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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Combate a zumbis vira esporte radical no game 'Left 4 dead'

(foto:Douglas Silveira)


Os jogos de zumbis não nasceram ontem. "Resident evil", "Alone in the dark" e "Dead rising" são apenas alguns nomes que mostram como a idéia de combate a mortos-vivos para salvar a humanidade não é exatamente nova.

Mas "Left 4 dead", jogo de tiro lançado para PC e Xbox 360, dá ares de esporte radical a um gênero que parecia se arrastar. Você enfrenta exércitos de zumbis que parecem não ter fim, fica encurralado em salas minúsculas por hordas animalescas de seres infectados e é golpeado por todos os lados quando inventa de sair em campo aberto.

A primeira saída é recuperar o fôlego e lembrar que tudo isso é virtual. A segunda é mais simples: usar o gatilho sem medo e, de preferência, com certa precisão.

O jogo é produzido pela Valve Software, mesma casa responsável por jogos de tiro de primeira linha, como a série "Half-Life", "Portal" e "Team fortress 2".

Infinito vezes quatro

Em "Left 4 dead", você faz parte de uma equipe de sobreviventes que luta contra exércitos intermináveis de zumbis infectados. E não é exagero: os inimigos surgem por todos os lados, em pelotões que desafiam qualquer lógica matemática ou relação de tempo-espaço.

E é isso que faz de "Left 4 dead" uma experiência autêntica. Esqueça roteiros profundos, produção hollywoodiana e efeitos visuais de última geração. O objetivo é matar zumbis, dar milhões de tiros e acumular estatísticas - seja sozinho ou em grupo. A variedade de inimigos não é das maiores, mas é suficiente para exigir mudanças táticas de acordo com o momento.

Festa em grupo

Na campanha para um jogador, você escolhe um dos quatro personagens (Francis, Bill, Louis ou Zoey) e parte para as missões. Os três heróis restantes passam a ser controlados pelo computador - que ainda não é dos mais inteligentes.

A grande vantagem de "Left 4 dead", porém, está on line. É possível jogar com outros três amigos em uma campanha cooperativa, o que transforma radicalmente o jogo. Além do fator estratégico, que exige planos para que a equipe saiba o que fazer, existe o espírito de união: dê cobertura na hora certa e cure um parceiro machucado, por exemplo.

Reúna os amigos on-line, ou conheça novas pessoas pelo mundo, e monte sua própria equipe de caça a zumbis. Mas, antes, é recomendável fazer exames médicos - seus batimentos cardíacos nunca mais serão os mesmos.

A partidas multiplayer (on-line) permitem comunicação por voz, elemento fundamental para a estratégia (Foto: Reprodução)


fonte: www.globo.com

Secunia Personal Software Inspector (PSI) v1.0

Depois de 17 meses de testes, a Secunia lançou aversão final do Secunia Personal Software Inspector (PSI) v1.0. O programa é uma ferramenta gratuita de segurança que foi projetada para ajudar a proteger o seu computador contra vulnerabilidades de software.


O software recolhe, avalia, verifica e analisa informações de segurança a partir de listas de distribuição pública, sites de empresas de segurança, relatórios coordenados de vulnerabilidade relatórios e pesquisa interna.


Requisitos de Sistema:

  • Microsoft Windows XP - Service Pack 2 ou posterior
  • Microsoft Windows 2003
  • Microsoft Windows Vista
  • Microsoft Windows 2000 - Service Pack 4

  • Download: Secunia Personal Software Inspector (PSI) v1.0

    fonte: www.baboo.com.br

    Live Search Webmaster Center agora detecta malwares


    A Microsoft atualizou nesta semana o seu Live Search Webmaster Center com a capacidade de detectar malwares em um site, bem como em quaisquer links externos contidos nesse site. Ela também anunciou o lançamento de um processo de autenticação simplificado, o que torna o acesso as ferramentas muito mais fácil.

    De acordo com o diretor sênior da Microsoft Live Search, Angus Norton, a empresa tem uma nova ferramenta de detecção de malwares que rastreará sites em busca de problemas. Onde existir malwares, ela automaticamente desativará todas as ligações e alertará o Webmaster para o problema.

    Um relatório, que pode ser descarregado a partir da página da Microsoft, informa quais páginas são afetadas e como se pode resolver o problema. Até que o malware seja removido, a Microsoft marcará todos os links prejudiciais nos resultados da pesquisa como malware.


    fonte:www.baboo.com.br

    terça-feira, 25 de novembro de 2008

    Ladrão rouba empresa 'errada' e ganha outdoor na Nova Zelândia

    'Quem é o ladrão? Recompensa US$ 500', diz o outdoor com a foto do homem que roubou 15 transformadores elétricos de uma empresa de publicidade (Foto: New Zealand Herald/Brett Phibbs/AP)


    Um ladrão da Nova Zelândia escolheu o alvo errado na cidade de Auckland. Ele decidiu atacar 15 transformadores utilizados na iluminação de um outdoor de uma agência publicitára. Mas ele foi flagrado por um fotógrafo, que ofereceu as imagens à empresa responsável.

    Com as provas do crime em mãos, a companhia não teve dúvidas: transformou seus próprios outdoors na cidade em gigantescos cartazes de "procura-se". A recompensa é de US$ 500, e a empresa diz que já recebeu mais de 100 ligações desde que instalou os anúncios. A maioria delas, porém, elogiava a iniciativa, em vez de dar pistas sobre o suspeito.

    Mark Venter, dono da OTW Publicidade, diz que o homem ainda teve sorte. Se ele tentasse roubar os transformadores à noite, poderia morrer com choques de 50 mil volts.

    Final RedBull Street Style - Reportagem Uol.

    Hackers invadem e tiram site da FAB do ar


    Hackers invadiram na noite de segunda-feira, 24, o site da Aeronáutica. Quem tentava acessá-lo às 23h45 deparava-se com a mensagem "Opsss!! FORÇA AÉREA BRASILEIRA. vOCê foi Desfigurada!!!" e era impedido de conferir o conteúdo original da página. Os invasores, que assinam como Fatal Error Group, colocaram ainda a frase "Asas tão fortes quanto inofensivas!" e uma imagem da bandeira do Brasil. Procurado às 23h50 pela reportagem, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou que ainda não tinha informações sobre o caso. Os sites da Marinha, do Exército e do Ministério da Defesa estavam normais.



    fonte: www.estadao.com.br

    Jovens dos EUA ficam para trás em uso da Internet, diz pesquisa Entre os jovens de 12 a 14 anos, apenas 88% acessam a rede, contra 100% dos britânic

    SÃO FRANCISCO - O número de jovens norte-americanos com acesso à Internet é proporcionalmente inferior ao da República Tcheca, Canadá, Macau e Reino Unido, de acordo com uma pesquisa envolvendo 13 países em todo o mundo.

    Entre os jovens de 12 a 14 anos, 100 por cento dos britânicos usam a Internet, seguidos por Israel com 98 por cento, República Tcheca e Macau com 96 por cento e Canadá com 95 por cento, de acordo com o relatório do Center for the Digital Future sobre a Internet mundial.

    Em contraste, apenas 88 por cento dos norte-americanos nessa faixa de idade têm acesso, e a proporção é ainda mais baixa em Cingapura e na Hungria, ainda que em ambos os países mais de 70 por cento dos jovens tenham acesso à Internet.

    Separadamente, um boletim de uma empresa de software mostrou que o acesso à Internet via celular está florescendo fora dos Estados Unidos, especialmente no sudeste asiático.

    Para o relatório do Center for the Digital Future, dirigido por Jeff Cole, da Universidade de Southern California, pesquisadores em 13 países entrevistaram mais de 25 mil pessoas na Ásia, Austrália, América do Norte, América do Sul e Europa, no final de 2007 e começo de 2008.

    O relatório mostrou que os EUA também ficam para trás de outros países no uso da Internet por outras faixas etárias. O uso da Internet por maiores de 18 anos nos EUA está abaixo do registrado na Suécia, Nova Zelândia e Canadá.

    Recentemente, Kevin Martin, presidente da Comissão Federal de Comunicações dos EUA, propôs sem sucesso um fundo de serviço universal que promoveria o acesso em alta velocidade à Internet, semelhante ao que já existe para os serviços de telefonia.

    Martin também advoga a abertura de mais freqüências do espectro de rádio nos EUA para facilitar o acesso à Internet, e concedeu uma entrevista coletiva em companhia de Larry Page, um dos fundadores do Google, para promover a idéia.

    O relatório, distribuído anualmente nos EUA e pela primeira vez este ano para o restante do mundo, afirma que o uso de celulares para acesso à Internet é feito "por uma porcentagem muito pequena dos usuários, exceto no Reino Unido".

    Mas o dado pode estar desatualizado. Um boletim mensal da Opera Software, uma produtora norueguesa de programas com foco em browsers de navegação pela Web, aponta para explosão no uso da Internet via celular.


    fonte: www.estadao.com.br